Vi uma reclamação bem humorada no blog Maria Scombona, http://blog.mariascombona.com.br/2008/05/um-livro-de-auto-ajuda-para-musicos-sergipanos/, assinada por Henrique Teles, sobre a dificuldade de fazer sucesso pra quem tá fora do eixo Rio-SP.
Fazer sucesso em escala nacional ou internacional é difícil, mas a verdade é q é MAIS DIFÍCIL pra quem mora no tal do “eixo".
Praticamente todo cantor ou compositor de sucesso no Brasil é do nordeste!!! É quase um pré-requisito -- acho q só o Chico Buarque é do sudeste.
Há os Caetanos, os Gils, os Chicos Césares, os Zecas Baleiro, os Moraes Moreiras, as Elbas Ramalho, as Gals, as Danielas, as Ivetes, as Claudias Leite, todos nordestinos. Não tem músico sulista ou sudestino com essa projeção!!
A explicação pra isso é a seguinte: numa cidade menor, é mais fácil o cara se destacar. Aí ele faz sucesso na sua cidadezinha, depois parte pra capital do estado já com rótulo de sucesso, daí vai pro resto do país já como um sucesso regional.
Enquanto isso, na multidão de SP ou Rio é difícil um principiante se destacar. São mtos os principiantes, é difícil se destacar!
Quem decide o que é certo? Quando todo o mundo comete o mesmo erro, beija o mesmo sapo, ele vira príncipe?
terça-feira, 27 de maio de 2008
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Laurinha em Campos
www.youtube.com/v/Ig_yHjWOPD8
A vista para o lado norte da nossa Hastings On The Hill, ainda antes de comprarmos a casa. Laurinha passa, linda.
A vista para o lado norte da nossa Hastings On The Hill, ainda antes de comprarmos a casa. Laurinha passa, linda.
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A Passagem do Tempo
uma explicação matemática e lógica:
nosso primeiro Natal ocorre qdo temos alguns meses de vida.
O segundo, qdo temos 1 ano.
o terceiro Natal: quem viveu apenas esse 1 ano e tem q esperar MAIS UM ANO... in-tei-ri-nho... até o Natal seguinte, espera 100% de tudo o q já viveu.
Tudo o q a gente já viveu é sempre o máximo de tempo q a gente consegue imaginar, concretamente. Uma criança de 5 anos acha isso é uma vida inteira... acha q conhece a mãe desde o início dos tempos... Qdo tinha 2 anos, tb conhecia a mãe desde q nasceu, ou seja: "toda a vida". Qdo tiver 20, não se sentirá mais íntimo da mãe do q aos 5...
aos 30, continuará conhecendo "desde q nasceu".
Ou seja: tanto aos 5 qto aos 50, pra nós, a totalidade do tempo vivido é sempre 100% (claro!).
Quem viveu menos do q nós é jovem, quem viveu mais do q nós é velho. O qto vivemos é a unidade padrão de tempo para cada um, é o default.
O quarto e o quinto Natais: Depois q passa o terceiro Natal, qdo a gente tem 2 anos, a chegada do próóóóóóximo (o quarto Natal das nossas vidas) demora só 50% de todo o tempo q já vivemos (ou seja, mais um ano). Chega mto mais rápido q o terceiro Natal ! Mas não tão rápido qdo o quinto, q vem em 33% do tempo vivido (um ano, com relação aos 3 anos de vida).
O centésimo primeiro Natal: Quem tem 100 anos sente só 1% do tempo vivido passar, entre um Natal e outro... Chega muuuuito rápido!
Quem tem 60 anos e diz: "Nossa, Natal, já? Como este ano está passando rápido!" vai encontrar concordância tanto por parte de quem tem 17 anos qto por parte de quem tem 85... para todos, a cada ano, o espaço de tempo de um ano é uma fração um pouco menor... CQD.
Quod erat demostrandum...
nosso primeiro Natal ocorre qdo temos alguns meses de vida.
O segundo, qdo temos 1 ano.
o terceiro Natal: quem viveu apenas esse 1 ano e tem q esperar MAIS UM ANO... in-tei-ri-nho... até o Natal seguinte, espera 100% de tudo o q já viveu.
Tudo o q a gente já viveu é sempre o máximo de tempo q a gente consegue imaginar, concretamente. Uma criança de 5 anos acha isso é uma vida inteira... acha q conhece a mãe desde o início dos tempos... Qdo tinha 2 anos, tb conhecia a mãe desde q nasceu, ou seja: "toda a vida". Qdo tiver 20, não se sentirá mais íntimo da mãe do q aos 5...
aos 30, continuará conhecendo "desde q nasceu".
Ou seja: tanto aos 5 qto aos 50, pra nós, a totalidade do tempo vivido é sempre 100% (claro!).
Quem viveu menos do q nós é jovem, quem viveu mais do q nós é velho. O qto vivemos é a unidade padrão de tempo para cada um, é o default.
O quarto e o quinto Natais: Depois q passa o terceiro Natal, qdo a gente tem 2 anos, a chegada do próóóóóóximo (o quarto Natal das nossas vidas) demora só 50% de todo o tempo q já vivemos (ou seja, mais um ano). Chega mto mais rápido q o terceiro Natal ! Mas não tão rápido qdo o quinto, q vem em 33% do tempo vivido (um ano, com relação aos 3 anos de vida).
O centésimo primeiro Natal: Quem tem 100 anos sente só 1% do tempo vivido passar, entre um Natal e outro... Chega muuuuito rápido!
Quem tem 60 anos e diz: "Nossa, Natal, já? Como este ano está passando rápido!" vai encontrar concordância tanto por parte de quem tem 17 anos qto por parte de quem tem 85... para todos, a cada ano, o espaço de tempo de um ano é uma fração um pouco menor... CQD.
Quod erat demostrandum...
Marcadores:
a passagem do tempo,
Natal de novo?
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Nemo Nox
UAU! No caderno Link de hj, a ficha de Nemo Nox. Qdo aquela frase sobre construir castelos com pedras atiradas começou a circular pela net, atribuída a F. Pessoa ou a Bruna Lombardi, fui procurar o autor.
Era -- e ainda é -- esse blogueiro, Nemo Nox, autor de Por um punhado de pixels. Escrevi a ele, confirmou a autoria da frase mas recusou-se, de forma simpática e engraçada, a se identificar.
Agora tá lá: é "o santista Renato Pedroso Junior" (hj, segundo a reportagem q focaliza os primeiros blogs brasileiros, com 45 anos).
Não q um nome faça diferença. No universo virtual, a gente é o nick ou o avatar. Mas, de alguma forma, faz diferença, sim.
UAU! No caderno Link de hj, a ficha de Nemo Nox. Qdo aquela frase sobre construir castelos com pedras atiradas começou a circular pela net, atribuída a F. Pessoa ou a Bruna Lombardi, fui procurar o autor.
Era -- e ainda é -- esse blogueiro, Nemo Nox, autor de Por um punhado de pixels. Escrevi a ele, confirmou a autoria da frase mas recusou-se, de forma simpática e engraçada, a se identificar.
Agora tá lá: é "o santista Renato Pedroso Junior" (hj, segundo a reportagem q focaliza os primeiros blogs brasileiros, com 45 anos).
Não q um nome faça diferença. No universo virtual, a gente é o nick ou o avatar. Mas, de alguma forma, faz diferença, sim.
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as pedras que atirarem,
construirei um castelo,
Nemo Nox
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Pq optei por escrever desta forma: a escrita, afinal, é feita de símbolos.
A língua é falada; letras e suas combinações são apenas os símbolos q usamos para representar os sons q emitimos pra nos comunicar.
Para cada suporte, os símbolos adequados. Alguém dirá q o código Morse é mau português? Pois...! Assim como esse código serve à telegrafia, as abreviaturas servem à comunicação na internet.
A garotada capaz de ter 10 em redação no vestiba é tb capaz de mandar um SMS em linguagem perfeitamente compreensivel e até culta, com pontuação correta, regência correta, mas usando outra simbologia.
Q usa tb letras, mas noutro código, outra forma de ordená-las.
Meu Word é configurado de forma tal q, mesmo digitando exatamente como aqui digito, o programa substitui 'q' por 'que', 'qdo' por 'quando'... etc. De modo q eu teria 2 opções: ou escrever no Word e depois colar aqui, no ptguês usual, ou escrever como escrevo tudo, hj em dia, diretamente no blog.
Dentre as alternativas, escolhi a segunda
A língua é falada; letras e suas combinações são apenas os símbolos q usamos para representar os sons q emitimos pra nos comunicar.
Para cada suporte, os símbolos adequados. Alguém dirá q o código Morse é mau português? Pois...! Assim como esse código serve à telegrafia, as abreviaturas servem à comunicação na internet.
A garotada capaz de ter 10 em redação no vestiba é tb capaz de mandar um SMS em linguagem perfeitamente compreensivel e até culta, com pontuação correta, regência correta, mas usando outra simbologia.
Q usa tb letras, mas noutro código, outra forma de ordená-las.
Meu Word é configurado de forma tal q, mesmo digitando exatamente como aqui digito, o programa substitui 'q' por 'que', 'qdo' por 'quando'... etc. De modo q eu teria 2 opções: ou escrever no Word e depois colar aqui, no ptguês usual, ou escrever como escrevo tudo, hj em dia, diretamente no blog.
Dentre as alternativas, escolhi a segunda
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Fato Novo: Verissimo
No Estadão de hj, na crônica semanal na última pg do Caderno 2 (acho q sai tb n' O Globo e certamente no Zero Hora), L. F. Verissimo lança uma bomba assim como quem não quer nada. Frase inicial da crônica: "Não se vê mais patacas e dobrões [...]". O resto não vem ao caso.
Mais adiante, na mesma crônica: "compreende-se os abusos".
Se fosse outro escritor -- não qq outro, mas muitos dos outros -- a gente acharia q o cara tinha errado. Verissimo não erra. Certamente, com sua autoridade de formador não só de opiniões mas de mtas outras coisas, ele está fazendo um protesto contra uma construção q consagrou-se nos últimos 40 ou 50 anos, mas q seria incorreta antes.
Lembro q qdo eu era criança ainda se escrevia "vende-se casas". Talvez fossem todos ignorantes, os fazedores de cartazes. Não sei, me parecia o certo. Acho q foi lá pelo meio da adolescência q aprendi q isso tava errado. Daí a coisa incorpora-se à noção q a gente tem de como devem ser ditas as coisas -- e escritas. E qdo a gente lê algo como Verissimo escreveu, asssuta-se. Mas tenho certeza de q ele não esceveu assim por acaso.
Qdo foi q "Vendem-se casas" passou a ser o correto em português do Brasil? Já vi mta gente espernear contra essa construção, tanto cultos qto ignorantes. Mais os ignorantes, é verdade. Mas agora q Verissimo escreveu desse jeito... Gente, ele não precisa publicar um tratado de gramática pra q o q escreve se torne a forma avalizada.
Vamos pensar bem nessas duas construções, tentar entender os motivos q fizeram com q um dia o jeito de usar esse "se" fosse alterado. Quem alterou? Quem inventou o tal "sujeito indeterminado" pra esses casos refelxivos? Qdo inventou? Pq a invenção foi aceita? Pois é claro q, em coisa como "Chove", a indeterminação do sujeito é evidente. Não é como o "il pleut" francês ou como o "it rains" inglês. O nosso é indeterminado de verdade. Mas as casas -- alguém as vende, pois não?
No Estadão de hj, na crônica semanal na última pg do Caderno 2 (acho q sai tb n' O Globo e certamente no Zero Hora), L. F. Verissimo lança uma bomba assim como quem não quer nada. Frase inicial da crônica: "Não se vê mais patacas e dobrões [...]". O resto não vem ao caso.
Mais adiante, na mesma crônica: "compreende-se os abusos".
Se fosse outro escritor -- não qq outro, mas muitos dos outros -- a gente acharia q o cara tinha errado. Verissimo não erra. Certamente, com sua autoridade de formador não só de opiniões mas de mtas outras coisas, ele está fazendo um protesto contra uma construção q consagrou-se nos últimos 40 ou 50 anos, mas q seria incorreta antes.
Lembro q qdo eu era criança ainda se escrevia "vende-se casas". Talvez fossem todos ignorantes, os fazedores de cartazes. Não sei, me parecia o certo. Acho q foi lá pelo meio da adolescência q aprendi q isso tava errado. Daí a coisa incorpora-se à noção q a gente tem de como devem ser ditas as coisas -- e escritas. E qdo a gente lê algo como Verissimo escreveu, asssuta-se. Mas tenho certeza de q ele não esceveu assim por acaso.
Qdo foi q "Vendem-se casas" passou a ser o correto em português do Brasil? Já vi mta gente espernear contra essa construção, tanto cultos qto ignorantes. Mais os ignorantes, é verdade. Mas agora q Verissimo escreveu desse jeito... Gente, ele não precisa publicar um tratado de gramática pra q o q escreve se torne a forma avalizada.
Vamos pensar bem nessas duas construções, tentar entender os motivos q fizeram com q um dia o jeito de usar esse "se" fosse alterado. Quem alterou? Quem inventou o tal "sujeito indeterminado" pra esses casos refelxivos? Qdo inventou? Pq a invenção foi aceita? Pois é claro q, em coisa como "Chove", a indeterminação do sujeito é evidente. Não é como o "il pleut" francês ou como o "it rains" inglês. O nosso é indeterminado de verdade. Mas as casas -- alguém as vende, pois não?
Marcadores:
partícula "se",
sujeito indeterminado,
Verissimo
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Anúncio da Oi, de página inteira:
"EM 1554 ERA SÃO PAULO DE PIRATININGA, HOJE É SAMPA."
no rodapé:
"a Oi vai chegar a São Paulo. Aguarde. "
Meu, tá na cara q ainda não chegou!! Só estrangeiros de outros estados chamam São Paulo de "sampa"!!! Paulista não diz isso!
Usar esse apelido é como dizer "vou ao Morumba com um portuga comer um sanduba na janta".
"EM 1554 ERA SÃO PAULO DE PIRATININGA, HOJE É SAMPA."
no rodapé:
"a Oi vai chegar a São Paulo. Aguarde. "
Meu, tá na cara q ainda não chegou!! Só estrangeiros de outros estados chamam São Paulo de "sampa"!!! Paulista não diz isso!
Usar esse apelido é como dizer "vou ao Morumba com um portuga comer um sanduba na janta".
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